O NOVO CONSTITUCIONALISMO AFRICANO E O EXERCÍCIO DO PODER: O CASO DA REPÚBLICA DO BENIN
Félicien Sedjannagni Bonou
Universidade do Federal do Amazonas
https://orcid.org/0009-0008-7654-9768
Luana Cruz de Araújo
Universidade do Federal do Amazonas
https://orcid.org/0009-0002-1149-8097
Mario Collaguazo
Universidade do Federal do Amazonas
https://orcid.org/0009-0003-9351-8123
DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.21796425
Palavras-chave: Novo constitucionalismo africano, Republica do Benin
Resumo
Fora da América Latina, a África é um dos continentes onde o direito renasce a cada década. O constitucionalismo ocidental, geralmente visto na África como constitucionalismo colonial, foi, até recentemente, a única fonte de inspiração para os constitucionalistas africanos. Mas, atualmente, as novas constituições africanas têm se inspirado nas realidades jurídicas, sociais e políticas africanas. De fato, este artigo, utilizando o caso da Constituição de Benin de 2025, busca compreender como o novo constitucionalismo africano conseguiu redefinir o funcionamento e a organização do poder político em um modelo mais adequado à África. O artigo analisará um estado africano, mais especificamente em Benin, onde a Constituição reconhece a chefia tradicional como uma autoridade que representa o Estado. Este trabalho é metodologicamente realizado por meio de um estudo qualitativo baseado em pesquisa documental.
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Biografia do Autor
Félicien Sedjannagni Bonou, Universidade do Federal do Amazonas
Mestrando no Programa de Pós-Graduação em Direito – Universidade Federal do Amazonas (UFAM).
Luana Cruz de Araújo, Universidade do Federal do Amazonas
Mestranda em Direito pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM)
Mario Collaguazo, Universidade do Federal do Amazonas
Mestrando no Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Graduado em Direito pela Universidad Central del Ecuador (UCE). Advogado.
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